
Dentre as marcas do GDF, uma chama bastante atenção: a garra da primeira-dama Márcia Rollemberg. Mesmo diagnosticada com Câncer no Endométrio, em fase se tratamento, é uma das figuras mais ativas do primeiro escalão do GDF. Filha de pioneiros de Brasília, Márcia e o esposo fazem parte da chamada “1ª geração de Brasília”.
Com o currículo robusto, contendo graduações em Serviço Social e Artes Plásticas, Márcia Rollemberg já trabalhou em órgãos de peso na esfera federal, como: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e também nos Ministérios da Cultura e da Saúde, sempre cumprindo funções na área executiva. Hoje, a esposa de Rollemberg é gerente-executiva da Fundação João Mangabeira, do PSB.
Em entrevista à Revista Encontro, a ex-secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão do DF, Leany Lemos, define a primeira-dama como “uma mulher forte, de personalidade brilhante e vida e brilho próprios”, declara a gestora que deixou o GDF para concorrer a um cargo eletivo nessas eleições.
Entre os legados da primeira-dama está a criação do “Portal do Voluntariado”, que fomenta o trabalho voluntariado em projetos do governo e da sociedade civil. Presente no dia a dia do GDF, Dona Márcia como é carinhosamente chamada, atua também nas Redes Sociais da defesa da atual gestão do DF.
Mesmo na luta contra o Câncer, com sessões de quimioterapia e radioterapia, Márcia Rollemberg não se deixou abater e continuou exercendo as atividades públicas, com uma maior moderação. Apesar de muitos problemas enfrentados no cotidiano do GDF, a primeira-dama não tem medido esforços para realizar o desejo dos brasilienses, que é ter um Distrito Federal cada vez melhor.