
Edson Fachin abriu nesta segunda-feira (5) a Semana da Constituição no STF com uma defesa da democracia e um recado sobre a responsabilidade das instituições.
Ao celebrar os 38 anos da Carta de 1988, o presidente do Supremo lembrou que o Brasil atravessa o mais longo período de vigência democrática ininterrupta de sua história republicana.
Para Fachin, isso não aconteceu por acaso. É resultado de “escolhas diárias”, que passam pelo eleitor que vai às urnas, pelo servidor que cumpre a lei, pelo juiz que fundamenta suas decisões, pelo cidadão que cobra e pela imprensa que informa.
A cerimônia também marcou o lançamento da nova edição impressa de “A Constituição e o Supremo”, obra de seis volumes e mais de 3 mil páginas que relaciona o texto constitucional à jurisprudência da Corte.
Fachin resumiu a missão que atribui ao tribunal: garantir que a Constituição permaneça “viva, pujante e respeitada”.
Aos 38 anos, a Constituição continua sendo celebrada no Supremo não apenas como um texto jurídico, mas como o pacto político que sustenta a democracia brasileira.