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O que o governo fez até agora? Conquistas do primeiro semestre se concentram no setor econômico e na segurança

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Por Ronaldo Nóbrega |

Embora a grande mídia insista em polemizar e criticar, os números dos primeiros meses do novo governo revelam o avanço do setor econômico que, por si só, desencadeia todo o processo de desenvolvimento do país. Além disso, a criminalidade sofreu um forte golpe com as medidas adotadas pelo novo Ministério da Justiça e da Segurança pública.

No primeiro semestre, foram criados 408 mil empregos formais, com carteira assinada e já consideradas as demissões, esse é o melhor resultado dos últimos 5 anos para o mesmo período. Nessa mesma linha, a Medida Provisória 881/19, conhecida como MP da liberdade econômica, foi recentemente aprovada (22/08) no Senado Federal e vai à sanção do Presidente Jair Bolsonaro com pontos importantes para desburocratizar o empreendedorismo.

Essa é mais uma mudança que visa simplificar o investimento e gerar empregos, como exemplo disso a dispensa de licença prévia do poder público para se iniciar um negócio com atividades de baixo risco. Essa medida vai dar agilidade ao processo de abertura de novas empresas.

Além disso, a Reforma da Previdência e o combate às fraudes previdenciárias devem gerar uma economia perto de 1 trilhão de reais para os próximos 10 anos, garantindo uma sanidade orçamentária a longo prazo para o país. Essa perspectiva fomentou diversos polos das atividades econômicas, com destaque para o turismo de negócios que teve uma alta expressiva de quase 15% no primeiro semestre.

Essa melhora no ambiente de negócios só tende a aumentar com as iniciativas de redução de impostos, como a diminuição da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) referentes a máquinas e consoles de videogames, inclusive de partes e acessórios que diminuiu para 16 a 40% face aos 20 a 50% anteriores.

Na mesma linha, houve intensa redução no imposto de importação de medicamentos contra doenças como o HIV e o câncer de 18 para 2%, em virtude desses tratamentos serem bastantes dispendiosos. Essas ações dão início ao processo da Reforma Tributária, essencial para o desenvolvimento do país, mas que depende de aprovação no Congresso Nacional.

Noutro polo das conquistas, a criminalidade reduziu drasticamente: os homicídios diminuíram 21,2% logo nos primeiros 4 meses, no mesmo período, os estupros caíram 13,6%, já os roubos de cargas e de veículos reduziram mais de 27% cada, assim como os roubos aos bancos que despencaram 38,5%. Todos esses índices se baseiam no mesmo período de 2018 e nos dados oficiais do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp).

Essas conquistas guardam estreitas relações com a estratégia do ministro Sérgio Moro de concentrar recursos em inteligência e desmantelar as lideranças de facções criminosas e do crime organizado. Por isso, vê-se apreensões de drogas em números recordes, como o aumento de mais de 150% das apreensões de cocaína em relação ao primeiro semestre de 2017 e mais de 90% em relação a 2018.

Na parte do desenvolvimento social, a principal conquista do governo até agora foi a implementação do 13º salário do Bolsa Família, que garante 2,6 bilhões de reais por ano aos mais necessitados, pagos com as ações de combate à corrupção do próprio programa e que estimulam a inclusão social e produtiva dessas pessoas.

Na seara ambiental, muitas críticas têm sido feitas em relação aos incêndios ambientais na floresta amazônica, mas as medidas para debelar as chamas estão sendo tomadas, inclusive com a recente edição (23/08) do Decreto Presidencial 9.985/19 que autoriza o emprego das Forças Armadas para ajudar em ações preventivas e repressivas de combate a delitos ambientais e aos focos de incêndio.

Dessa forma, percebe-se a eficiência das iniciativas do Poder Executivo que possui uma agenda ampla, mas que vem fazendo o seu papel e cumprindo o que prometeu em pouco tempo de governo: geração de emprego, desburocratização da máquina pública, redução e simplificação de impostos, combate ao crime e à corrupção e melhoria dos serviços públicos.

As economias que o governo vem fazendo com diminuição ou extinção de contratos com grandes veículos de imprensa estão gerando uma “retaliação noticiosa” que dá muita ênfase aos tropeços e pouca manchete para os acertos do governo. Portanto, é salutar mostrar o outro lado, o que o governo vem fazendo de bom. Obviamente, que há pontos negativos, erros e desencontros, como há em qualquer administração pública ou privada, mas o papel da mídia é informar os cidadãos que estão no meio de uma guerra de narrativas com intensa polarização política, repleta de fake news e de enviesamento. Então essa matéria serve para o questionamento: o que o governo fez até agora?

Ronaldo Nóbrega | redacao@colunapolitica.com.br

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