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Entusiasta de Moro, Álvaro Dias é a melhor opção para presidir o Senado

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Por Lúcia Guerra

A possibilidade de o Senador Álvaro Dias disputar a presidência do Senado Federal, com apoio de Jair Bolsonaro, está sendo a mais festejada notícia para a maioria dos brasileiros. A recuperação da credibilidade do Congresso Nacional, que desde o Brasil Império é a mais antiga instituição de representação popular, perpassa pelo fim da corrupção banalizada e pelo fim da criminalidade desenfreada que assolaram o Brasil nos últimos anos.

Atuando em áreas absolutamente distintas, os integrantes do novo Governo prometem um resgate da credibilidade da política brasileira. O Presidente da República, Jair Bolsonaro com seu Ministro da Justiça, Sérgio Moro e com o Senador Álvaro Dias na Presidência do Senado se voluntariaram para recuperar o país do caos promovido pela corrupção ao longo dos últimos 15 anos. Eles têm agora a oportunidade de combater de forma coesa um processo de degeneração a que foi submetida nossas instituições democráticas.

O Senador Álvaro Dias, que disputou as eleições presidenciais, tem meio século de atuação na vida pública sendo um dos raros exemplos de “ficha limpa” que resistiu a tentativas de suborno, propina ou mesmo a troca de favores para doações de campanha em sucessivas eleições que disputou ao longo de sua carreira política. É admirado por seus pares e respeitado por alguns setores das oposições “esquerdistas”, principalmente aqueles que discordaram da prática do “toma lá, dá cá”.

Seu comportamento austero e retilíneo, no tocante ao zelo com o dinheiro público – defendendo interesse dos contribuintes – fez com que trocasse de legendas em algumas ocasiões, pois percebeu que, na grande maioria dos partidos brasileiros, não havia projetos de governo, mas sim projetos de poder. Mantendo suas posições contra a corrupção, foi o primeiro senador da república a apoiar a Operação Lava-Jato, a defender o Juiz Sérgio Moro e a acatar as 10 mediadas contra a corrupção que se originou em como um Projeto de lei de iniciativa popular e depois teve o apoio do Ministério Público e de diversos outros setores da sociedade. Contudo, a Câmara dos Deputados deformou completamente as propostas apresentadas pelo MPF e pelos membros da operação lava-jato.

Enquanto o senador Álvaro Dias discursava no Senado contra o avanço da corrupção, Jair Bolsonaro se rebelava na Câmara dos Deputados contra o “aparelhamento do estado” promovido pelos governos petistas, simultaneamente, o Juiz Sérgio Moro desafiava os “intocáveis” deflagrando a Operação Lava-Jato, e dando início ao desbaratamento de uma quadrilha que protagonizou o maior escândalo de corrupção na história das democracias ocidentais.

Jamais houve qualquer interlocução entre os três, sobre suas tarefas nobres e cívicas em prol da probidade administrativa do setor público. Porém, os fatos e a história “milagrosamente” têm ajudado o Brasil, fazendo com que o inimaginável se torne realidade: um caminho convergente por onde possa caminhar lado a lado Jair Bolsonaro, Álvaro Dias e Sérgio Moro. Oportunidade ímpar de virarmos a página mais negra do livro que narra a história do gigante adormecido.

Lúcia Guerra é jornalista e escreve para vários sites sobre política.

| Jornalista. DRT-DF 12054
 

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