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06 de julho de 2009
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A ÍNTEGRA DA PESQUISA SERÁ APRESENTADA DURANTE COLETIVA À IMPRENSA NESTA SEGUNDA-FEIRA,06 DE JULHO, ÀS 14H, PELO SUPERINTENDENTE DA EJEF, DESEMBARGADOR REYNALDO XIMENES CARNEIRO, E PELO PESQUISADOR DA FGV, MAURITI MARANHÃO, NA SEDE DA EJEF, NA RUA GUAJAJARAS, NÚMERO 40, 18º ANDAR, CENTRO, BH.

FAVOR CONFIRMAR PRESENÇA PELO e-mail ejef@tjmg.jus.br OU PELO TELEFONE (31) 3247-8912.

Pela primeira vez no país, uma pesquisa de opinião avalia o Judiciário estadual pela ótica dos próprios magistrados (juízes e desembargadores) e traz revelações importantes para a melhoria da prestação jurisdicional, da gestão administrativa e da qualidade da Justiça. De acordo com os dados, a maioria absoluta dos magistrados defende mais transparência e participação na gestão administrativa do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG): 91% dos entrevistados querem ter acesso à execução e prestação de contas orçamentárias do Tribunal; 81% apóiam a administração colegiada, com a participação dos desembargadores, e não apenas conduzida pelo presidente do órgão.

Ainda na pesquisa, juízes e desembargadores reclamam da falta de autonomia no trabalho, manifestam o desejo de votar para escolher o presidente do TJ e condenam a antiguidade como critério de escolha; avaliam o desempenho da direção e de sua gestão, a prestação jurisdicional, as condições de trabalho, a carga processual, a segurança pessoal e os critérios de promoção, entre outros. Criticam também a falta de equilíbrio regional no preenchimento de vagas no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e aprovam a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), reafirmando a proibição a magistrados e associações de magistrados de serem donos de cursos.

A sondagem foi realizada pela Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef), vinculada ao TJMG, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), depois de ouvir 746 dos 989 magistrados de todas as regiões do Estado, o que corresponde a 75% do total, dos quais 681 são juízes (78% do quadro) e 65 desembargadores (55%). A margem de erro da sondagem é de 4%.


FONTE: TJMG.

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