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Candidato à Alesp, Gustavo Araújo vai discutir impactos da crise hídrica para o empresariado

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“Precisamos levar esse assunto para dentro da Alesp e discutir com seriedade esse problema. A crise hídrica deve ser tratada com importância e temos que concentrar esforços para não deixar os empresários na mão. Não é viável ter a empresa ou investir na abertura de uma, com riscos de aumentos com os gastos de energia e risco de racionamento, que em alguns casos, resultam em corte de gastos e de pessoas para manter o negócio aberto”, argumenta Gustavo Araújo.

O candidato a deputado estadual, Gustavo Araújo (PL-SP), que já tinha se posicionado sobre a necessidade da discussão de um plano para combater a crise hídrica no Estado de São Paulo, voltou a defender a necessidade de que o assunto seja tratado numa Audiência Pública, e inclua entre os pontos abordados os impactos da escassez hídrica para os empresários paulistas.

Gustavo Araújo alerta que a preocupação tem embasamento no levantamento realizado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) com 572 empresas. Os dados revelam que nove a cada 10 empresários estão preocupados com a crise hídrica. O estudo também destaca que entre os principais impactos que geram insegurança no empresariado paulista, estão: o possível aumento no custo de energia e o risco de racionamento.

“Precisamos levar esse assunto para dentro da Alesp e discutir com seriedade esse problema. A crise hídrica deve ser tratada com importância e temos que concentrar esforços para não deixar os empresários na mão. Não é viável ter a empresa ou investir na abertura de uma, com riscos de aumentos com os gastos de energia e risco de racionamento, que em alguns casos, resultam em corte de gastos e de pessoas para manter o negócio aberto”, argumenta Gustavo Araújo.

Para o candidato pelo PL que disputa cadeira na Alesp, a falta de política de recursos hídricos para o Estado de São Paulo é uma pauta antiga. Segundo o candidato, a gestão do governo, de João Doria e Rodrigo Garcia, tem culpa no problema e age de maneira ineficaz.

Gustavo Araújo destaca que a região da Grande São Paulo opera atualmente com 30% de sua capacidade. E reforça que em 2021, o governo de Doria foi alertado por um professor da Universidade de São Paulo (USP), que informou que o Sistema Cantareira, à época, já operava com 38% da capacidade. Para o candidato à Alesp, esse é um caso típico de descaso com os paulistanos.

“O governo de São Paulo vem sendo alertado que os níveis de água estão cada vez mais baixos nos reservatórios, e nada está sendo feito nem falado. A Sabesp vem apresentando os dados, indicando, a proximidade, que estamos prestes a passarmos novamente por uma crise hídrica como a de 2014, e isso é alarmante. Puro desleixo com a sociedade. Quem sofre é a população, as pessoas de baixa renda que ficam sem água em suas torneiras e os empresários, que por vezes, tem que fechar seus estabelecimentos por falta de um recurso básico”, afirma.

Outro ponto abordado, que será incluído na pauta da Audiência Pública, são as experiências de sucesso adotadas por outros países para vencer a crise hídrica e que podemos ajudar o Estado de São Paulo.

“Julgo ser essencial a discussão sobre outros modelos de países que investiram e avançaram no combate à crise hídrica por todo mundo. O Brasil não pode ficar adormecido quanto a esse assunto. Somos muitos, que necessitam deste recurso para sobrevivência e para trabalho adequado e justo do empresariado paulista. Essa é uma pauta que interessa a todos e que precisa ter espaço para ser discutida dentro da Alesp, sim”, explica.

Gustavo Araújo reforçou, que quando eleito, irá convidar especialistas da área para falar sobre crise hídrica, representantes da CNI, de países como Israel, Japão e Estados Unidos que já possuem um excelente histórico no enfrentamento à crise hídrica.

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