
Durante audiência com a advogada especialista em Direito de Família e Secretária Adjunta da Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica no Distrito Federal, Eliene Bastos, o advogado e pré-candidato à presidência da OAB do Distrito Federal Guilherme Campelo fez menção às demissões em massa ocorridas na OAB, seccional Distrito Federal, durante o “momento mais crítico da pandemia”, como destacou Campelo.
O pré-candidato detalhou que a demissão de “45 chefes de família”, representa 20% do quadro de funcionários. E ainda avaliou as demissões como desnecessárias, já que “não houve perda de receita [que justificasse os cortes]. A forma que foi feito, foi falta de humanidade”, destacou Guilherme Campelo.
“A OAB não pode ter lado. A gente tem que cumprir o papel que determina a Constituição Federal, que são os direitos fundamentais e o acesso à Justiça. Sem advogado não há justiça”, completou.
O advogado acredita que o fortalecimento da luta pela representatividade da classe, de forma geral ou segmentada, passa pela defesa legítima do exercício da advocacia, também afetado pela pandemia. Para ele, o êxito na missão da OAB passa, essencialmente, pelo fim de ações que promovem interesses de grupos.