
- Humberto Martins aposta em gestão participativa e tecnológica para vencer desafios na presidência do STJ.- Segundo o ministro Humberto Martins, “as decisões do presidente devem ser a expressão da vontade de todos os que fazem o dia a dia do tribunal”.-
Em cerimônia marcada para esta quinta-feira (27), às 17hs, o ministro Humberto Martins toma posse como presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Conselho da Justiça Federal (CJF). Ao lado do ministro Jorge Mussi, que assume como vice-presidente, Humberto Martins presidirá as duas instituições no biênio 2020-2022.
Em virtude da participação do presidente Jair Bolsonaro na solenidade, os profissionais de imprensa interessados em cobrir presencialmente o evento deverão fazer o credenciamento até as 14h por meio do sistema da Presidência da República.
O evento de posse será transmitido ao vivo pelo canal do STJ no YouTube, pela TV Justiça e pela Rádio Justiça (104,7 FM). Por causa da pandemia da Covid-19, a cerimônia não será aberta ao público; haverá apenas a mesa de autoridades no local.
Eleição
Humberto Martins, que atualmente exerce o cargo de corregedor nacional de Justiça, será o 19º presidente do STJ. Ele e o ministro Jorge Mussi foram eleitos pelo Pleno do tribunal no dia 5 de maio, em sessão por videoconferência.
Na mesma sessão, o Pleno escolheu Maria Thereza de Assis Moura para ser a nova corregedora nacional de Justiça. Também foram eleitos os ministros Og Fernandes, para diretor-geral da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), e Benedito Gonçalves, para diretor da Revista do STJ. Todos foram eleitos por aclamação.
Na avaliação do ministro Humberto Martins – que toma posse nesta quinta-feira (27), juntamente com o vice Jorge Mussi –, a tecnologia e a gestão participativa são ferramentas essenciais para enfrentar os desafios da corte no próximo biênio. Seu objetivo – declarou – é fazer uma gestão focada no gerenciamento de processos, na modernização tecnológica e na transparência.
"A gestão participativa é aquela que ouve a opinião dos demais ministros do STJ, por meio de comitês consultivos, assim como dos servidores do tribunal, da sociedade brasileira e das instâncias ordinárias do Poder Judiciário, pois as decisões do presidente da corte impactam o dia a dia de diversas parcelas da sociedade e não deveriam ser adotadas isoladamente" – afirmou o ministro.