Foi reiniciado agora às 13h40, o julgamento dos acusados pela morte da estudante A.S.S., ocorrido em outubro de 2001, em Ouro Preto. O clima está tenso devido a desentendimentos de um advogado de defesa com a imprensa.
Está prevista a oitiva de mais três informantes, dentre eles a mãe e o irmão mais velho da vítima, e após, a oitiva de sete testemunhas de defesa. Ao final desses depoimentos, terá início o interrogatório dos acusados.
Encerrada essa fase, começam os debates entre acusação e defesa. O tempo destinado aos debates será fixado durante essa fase, porque os advogados de defesa pediram a ampliação do período, acreditando que o tempo previsto em lei não seria suficiente para a exposição de suas teses. A juíza Lúcia de Fátima Albuquerque decidiu que, no momento dos debates, irá consultar os jurados para definir a necessidade e pertinência dos pedidos, fixando o período, se for o caso.
À 00h10 de ontem a sessão foi suspensa após a oitiva de outro irmão da vítima, segundo informante arrolado pelo Ministério Público. Por terem algum tipo de ligação familiar ou de amizade com a vítima, esses informantes não são considerados testemunhas e não prestam juramento. Além disso, tais informantes não moram em Ouro Preto e, por isso, manifestaram o desejo de serem ouvidos ainda ontem.
A juíza iria suspender a sessão, para oitiva de informantes e testemunhas hoje, dia 2. Porém, decidiu ouvir na sessão de ontem dois informantes que não poderiam estar presentes posteriormente, acatando pedido da promotora.
Ainda não há previsão para o término do julgamento.