
O Governo Lula decidiu pela exclusão da diretoria de fomento às escolas cívico-militares no MEC. O que a população não discerniu é que o ato do governo não acaba com o funcionamento das referidas escolas, uma vez que a ABEMIL – Associação Brasileira de Educação Cívico-Militar opera legitimamente na gestão e criação de unidades por todo o país. A prerrogativa da Associação está estabelecida por decreto federal, há mais de três anos.
Procurado pelo Justiça em Foco, o presidente da ABEMIL, Capitão Davi Lima de Sousa, explicou como se dá o processo. “Há mais de três anos, fazemos um trabalho voltado para a implantação e manutenção do projeto dessas escolas. Vamos acompanhar as unidades que estão sem o apadrinhamento do MEC, questão que pode ser facilmente resolvida pela formatação de um Projeto de Lei. A abertura de novas unidades atende a semelhante processo pelas vias do Legislativo, com total assessoria da Associação”, detalhou Sousa.
A ABEMIL concretiza o anseio de parte significativa da sociedade, que defende uma educação baseada no apreço aos valores da família e o respeito à pátria e seus mais caros símbolos. “Continuaremos realizando um trabalho de excelência, a fim de garantir a singularidade e qualidade das escolas cívico-militares em nosso país”, concluiu o presidente da ABEMIL.
Figuram entre as associadas da ABEMIL as seguintes escolas: Escola Municipal Cívico-Militar Cândido José Lopes, em Buritis (MG), Escola Cívico-Militar Nagib Buzar, em Codó (MA), Escola Municipal Cívico-Militar Professora Maria Cristina Sutti Lopes Moreno, em Lins (SP), Escola Municipal Cívico-Militar Eva Tomé de Souza, em Redenção (PA), Escola Cívico-Militar, em Riachinho (MG), Escola Municipal Cívico-Militar José D'Ávila Pinto, São Francisco (MG), Escola Cívico-Militar Marcella, em Tianguá (CE), Escola Municipal Cívico-Militar Professora Ana Amélia, em Urucuia-(MG).