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Giacobo recebe representação criminal por calúnia e difamação

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Da redação com Mário Benisti. DRT: 0011753/DF Foto: Agência Câmara
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Uma ação truculenta do deputado Fernando Giacobo (PR-PR), 1º secretário da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, resultou em uma ação judicial. Em 29 de maio Giacobo se descontrolou com Alfredo Kaefer, também do Paraná. O motivo do destempero de Giacobo foi uma matéria divulgada na grande imprensa e repercutida no jornal “O Paraná”, ligado a família de Kaefer.

 

Com palavras de baixo calão Giacobo ameaçou Kaefer, dizendo: “Eu vou te pegar, vagabundo”, avançando para cima de Kaefer. O ato foi contido por seguranças da casa. A Manifestação por calúnia e difamação está no Supremo Tribunal Federal, pelo fato de Giacobo ter direito a Foro Privilegiado.

 

Na ação movida por Kaefer, o deputado relata que além de agressões verbais, Giacobo o acusou de usar notas frias, o que foi noticiado por diversos veículos de imprensa, atingindo diretamente a índole de Kaefer. Na ação, o parlamentar anexa alguns exemplares de jornais, mostrando a repercussão das acusações proferidas por Giacobo, que ganharam visibilidade nacional.

 

Os crimes manifestados contra Giacobo estão previstos nos artigos 138, 139 e 147 do Código Penal. Kaefer pede que Giacobo seja investigado pelo STF.

  

Estopim

Tudo começou quando o jornal “O Paraná” repercutiu uma notícia do jornal O Estado de São Paulo, citando Giacobo. Segundo a informação repercutida, o deputado Nelson Meurer (PP-PR) vendeu um imóvel, supostamente pelo preço abaixo de mercado na tentativa de driblar o bloqueio dos bens, imposto pela justiça.

 

A empresa que adquiriu a propriedade de Meurer está localizada no mesmo endereço do escritório do Partido da República no Paraná, que é presidido por Giacobo. Isso que gerou toda a confusão.

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