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Debate e Entrevista

Juíza Amini Haddad afirma que igualdade de gênero deve sempre ser discutida

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redacao@justicaemfoco.com.br (Foto: Divulgação)
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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizou, em novembro deste ano, o primeiro dia de debates no plenário do CNJ, em transmissão pelo YouTube, sobre os novos caminhos da política institucional de participação feminina no Poder Judiciário. O encontro Mulheres na Justiça: Novos Rumos da Resolução CNJ 255 marcou o lançamento da campanha 21 Dias de Ativismo pela Equidade e Fim da Violência contra Mulheres e Meninas. A Campanha dos 21 dias, com ações do CNJ, está sob a coordenação da Magistrada e Professora Dra. Amini Haddad, com reconhecida atuação histórica e formação pós-doutoral na temática.

“A igualdade de gênero é algo que sempre deve ser discutido, na busca de integrarmos cada vez mais a participação feminina em todos os setores”, afirmou a Professora. 

Segundo a Juíza Auxiliar da Presidência do CNJ, Dra. Amini Haddad, a pretensão da campanha é sensibilizar sobre as variadas temáticas da violência em relação ao feminino, com o fomento de conteúdo para as redes sociais, inserção de materiais discursivos, vídeos, entrevistas, depoimentos de autoridades representativas à mobilização social, e ações do Eles Por Elas, que tem o objetivo de envolver os homens nesse diálogo público da equidade. 

A iniciativa e coordenação do evento foi da Conselheira Desembargadora Salise Sanchotene, com o auxílio de outras magistradas, onde foram levadas informações concernentes à presença feminina nos órgãos diretivos de tribunais, representativos de espaço de gestão e de formação. Com pesquisas realizadas pela Escola Nacional da Magistratura na dinâmica elucidativa das necessárias políticas públicas de inclusão à participação das mulheres magistradas nas estruturas de poder. 

As Organizações Não-Governamentais (ONG’s) Movimento Global Virada Feminina, presidido por Marta Lívia Suplicy, também presidente do Conselho Superior Feminino da FIESP, o Grupo Mulheres do Brasil, presidido pela Empresária Luíza Helena Trajano, a Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ), representada pela Presidente Manoela Gonçalves e a BPW Brasil, representada pela Presidente empresária Margarida Yassuda, fizeram parte da ação compartilhada com o CNJ.

CEO Editor Ronaldo Nóbrega

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