
Depois de ser mantido por mais de três meses como preso político, para não disputar uma eleição presidencial que ele vence com facilidade, segundo apontam todas as pesquisas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva passa por exame de corpo de delito para finalmente ser solto, por determinação do desembargador Rogério Favreto, do TRF-4.
De férias, em Portugal, Sergio Moro tentou impedir a libertação de Lula, mas sua arbitrariedade foi denunciada por 125 juristas e um grupo de advogados pela democracia chegou a pedir sua prisão por desacato. Moro foi seguido pelo desembargador João Pedro Gebran, que também chamou para si o processo, sem ter direito a isso. Segundo os 125 juristas pela democracia que assinaram o manifesto, Moro e Gebran demonstraram que são parciais e, portanto, suspeitos, para julgar o ex-presidente Lula.