
Em entrevista ao Blog do Loiola, o advogado e pré-candidato à presidência da OAB/DF, Guilherme Campelo, mostrou-se à altura do cargo, e sustentou ampla experiência e serviço prestado em prol da Ordem. De início, vale ressaltar o destaque no currículo de Campelo dado por sua participação da Comissão de Assuntos e Reforma Tributária, entre os anos de 2016 e 2018. “Atuamos para elaboração, aperfeiçoamento e aprovação do PL do CÓDIGO DO CONTRIBUINTE na CLDF, em favor de todos os contribuintes do DF, além, de diversas palestras que nossa comissão apresentou aos Advogados, Advogadas e Bacharéis em Direito como forma de qualificação e debate sobre matéria tributária”, detalhou.
Durante as eleições da OAB/DF de 2009, quando ainda era um Bacharel em Direito, o pré-candidato foi apoiador da chapa “ORDEM NA CASA” liderada pelo ex-presidente da OAB no DF, Esdras Dantas. O advogado contribuiu com a elaboração do Programa de Apoio ao Estudante de Direito (PAED), com o objetivo de ofertar cursos gratuitos para os estudantes de Direito sem condições de arcar com os altos custos de cursos preparatórios para o exame da Ordem.
Questionado sobre um nome para a vice-presidência, o advogado cravou que “o momento não é de definição de nomes, e sim, ideias, propostas que possam beneficiar nossa classe”. O pré-candidato destacou a urgência por valores inegociáveis na gestão da OAB. “Falta respeito, transparência e compromisso com nossa classe”. Acusado pelo tesoureiro da OAB-DF, Paulo Maurício Siqueira, de fomentar ideias politiqueiras, Campelo rebate que o tesoureiro faz campanha para Délio Lins e Silva, usufruindo da condição de membro da Executiva.
Sobre seu compromisso com a classe, o pré-candidato destacou a importância de empenhar esforços junto ao legislativo brasileiro, em referência às proposituras que tramitam com o objetivo de tipificar criminalmente a violação de direitos e prerrogativas do advogado.
Conforme observou Campelo, o mais recente deles o PL 8.347/17, que já foi aprovado pelo Senado Federal e pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados, onde aguarda apreciação do Plenário.
“É de extrema necessidade que seja ratificado no Plenário e sancionado o referido projeto, para que sejam freados os abusos cometidos contra a nossa classe. Na minha opinião somos os verdadeiros fiscais da lei”, disse Campelo.